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Categoria: Notícias

  • Alcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar Câmara

    Alcolumbre retira maioridade penal da pauta e vai aguardar Câmara

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), retirou da pauta desta quarta-feira (4) a proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a maioridade penal de 18 anos para 16 anos.

    Alcolumbre disse que atendeu a um pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). Agora, caberá à Câmara dos Deputados debater o tema em uma comissão especial.

    “Vou aguardar a Câmara dos Deputados”, disse Alcolumbre, ao ressaltar que o compromisso é de que o texto seja votado na Casa ainda em novembro. “Quando chegar aqui, nós vamos votar”, completou.

    A articulação envolveu a retirada da discussão sobre a redução da maioridade penal do texto da PEC da Segurança Pública (PEC18/2025), que foi aprovada ontem (3). A oposição queria incluir a questão da redução da maioridade na PEC, mas o presidente do Senado decidiu separar o tema, abordado em duas emendas dos senadores Rogério Marinho (PL-RN) e Camilo Santana (PT-CE).

    “Na condição de presidente do Senado, preciso compreender que a ponderação [de Motta] foi razoável. Eu preciso tentar, da melhor maneira possível, manter uma relação pacífica, cuidadosa e atenciosa a uma demanda do presidente da Câmara dos Deputados”, reiterou.

    Propostas

    O tema agora está em discussão em três propostas. Na proposta do senador Camilo Santana (PEC 20/2026), a maioridade penal passaria para os 16 anos nos casos de crimes hediondos. Para os demais crimes, continuaria aos 18 anos.

    A proposta de autoria do senador Rogério Marinho (PEC 19/2026) defende reduzir a maioridade penal para 16 anos, como regra geral, e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.

    Já a o texto em discussão na Comissão Especial da Câmara dos Deputados (PEC 32/2015) estabelece a maioridade penal e civil aos 16 anos de idade. A proposta está sendo analisada pela comissão junto com outras PECs sobre o mesma tema.

    Fonte: Agência Brasil (Luciano Nascimento – repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

    SUS e Einstein desenvolvem IA para identificação de doenças de pele

    Uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Einstein Hospital Israelita desenvolveu um sistema com inteligência artificial para apoiar profissionais de saúde pública na triagem e identificação de doenças de pele.

    A iniciativa, chamada CUTIS-AI, utiliza como base imagens da lesão da pele do paciente e dados clínicos, epidemiológicos e sociodemográficos que refletem a realidade brasileira.

    Entre as doenças que podem ser identificadas estão esporotricose, leishmaniose cutânea, hanseníase, cromoblastomicose, lobomicose, tuberculose cutânea, além de lesões decorrentes de acidentes loxoscélicos (picada de aranha marrom).

    O aplicativo que viabiliza o uso da IA, que ainda está em estudo, foi desenvolvido a partir de entrevistas com profissionais de saúde da atenção básica. O app pode ser utilizado mesmo em locais em que não há conexão com a internet. A taxa de acerto do aplicativo já é de cerca de 80%.

    A proposta do CUTIS-AI, no entanto, é utilizar a inteligência artificial como ferramenta de apoio, sem substituir a avaliação clínica realizada pelos profissionais de saúde.

    “O CUTIS-AI foi criado para ampliar a capacidade de identificação dessas doenças, que ainda podem representar um desafio para os profissionais de saúde, especialmente em regiões com menor disponibilidade de especialistas. Ao reunir imagens das lesões, estamos construindo uma base de dados robusta, que contribuirá para o desenvolvimento de uma tecnologia útil na ponta, principalmente para a Atenção Primária à Saúde”, destacou a cientista de dados do Einstein Hospital Israelita, Isabelle Carvalho.

    O estudo com o aplicativo já analisou cerca de 1,4 mil pacientes e conta com mais de 4 mil imagens de lesões. A diversidade de pacientes ajuda a treinar a inteligência artificial com exemplos variados, tornando o modelo mais preparado para identificar as características das lesões.

    “Quando falamos em inteligência artificial aplicada à saúde, a qualidade e a diversidade dos dados são fundamentais. Uma tecnologia desenvolvida a partir de uma população específica pode não apresentar o mesmo desempenho quando aplicada a outros grupos. Por isso, construir uma base brasileira, com diferentes fototipos de pele, regiões, condições de vida e perfis epidemiológicos é essencial” ressaltou o secretário de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Fabiano Geraldo Pimenta Junior.

    Fonte: Agência Brasil (Bruno Bocchni – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Anatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMS

    Anatel publica novas regras para prevenir fraudes por meio de SMS

    A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (4) novas regras para ampliar a segurança dos usuários de telefonia móvel e dificultar a aplicação de golpes por meio de mensagens de texto (SMS).

    Com as regras, as operadoras de telefonia móvel ficam obrigadas a bloquear mensagens originadas de códigos não registrados. Cada código curto deverá estar vinculado exclusivamente a uma única empresa, facilitando a identificação da origem dos envios.

    As exigências se aplicam ao SMS na modalidade A2P (Application-to-Person), utilizada por empresas para enviar mensagens automatizadas aos usuários. Nesse modelo, o remetente é identificado por um código curto, geralmente composto por poucos dígitos, como “29222”, em vez de um número de celular convencional.

    O Conselho Diretor da Anatel determinou às prestadoras de telefonia móvel que, no prazo de até 90 dias, adotem medidas relativas ao envio dessas mensagens, como a implementação e manutenção de diretório setorial centralizado de códigos curtos, disponível para consulta pública, que permita identificar as pessoas jurídicas responsáveis pelo encaminhamento das mensagens e restrição do uso do serviço de envio de mensagens SMS A2P a pessoas jurídicas devidamente identificadas.

    As operadoras terão de assegurar que cada código curto utilizado para identificar os remetentes das mensagens seja destinado ao uso exclusivo de uma única pessoa jurídica, vedado seu compartilhamento.

    Fonte: Agência Brasil (Douglas Corrêa – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Pará registra maior exploração madeireira dos últimos cinco anos

    Pará registra maior exploração madeireira dos últimos cinco anos

    O estado do Pará registrou 60.664 hectares de exploração madeireira entre agosto de 2024 e julho de 2025, a maior área desde o ciclo 2019-2020. Além disso, o resultado representa um aumento de mais de 40% em relação ao ciclo anterior, de agosto de 2023 a julho de 2024.

    Divulgados nesta quarta-feira (4), os dados são do Sistema de Monitoramento da Exploração Madeireira (Simex), da Rede Simex, formada por três instituições de pesquisa ambiental: Imazon, Instituto Centro de Vida (ICV) e Imaflora.

    Os pesquisadores cruzaram os registros de áreas de exploração madeireira, identificados por meio de imagens de satélite, com as autorizações para a atividade emitidas pelos órgãos competentes.

    Do total mapeado, 41.538 hectares (68%) foram explorados em áreas autorizadas e 19.126 hectares (32%) de forma ilegal.

    O levantamento mostrou ainda que, enquanto a atividade autorizada cresceu mais de 83% em relação ao último ciclo, a realizada sem autorização diminuiu cerca de 6%.

    Segundo a pesquisadora do Imazon, Camila Damasceno, a redução da extração ilegal é algo positivo. No entanto, a área ainda representa uma extensão equivalente a mais de 19 mil campos de futebol de florestas afetadas.

    “Os números mostram que há muito a avançar. Precisamos fortalecer a fiscalização, ampliar as ações de combate e responsabilização dos infratores e criar mecanismos de incentivo ao manejo florestal, principalmente o comunitário”, afirmou a pesquisadora, em nota.

    Para o coordenador do programa de monitoramento da Amazônia do Imazon, Carlos Souza Jr., apenas comemorar a queda percentual da área explorada de forma ilegal significaria ignorar o impacto concreto dessa perda na floresta.

    “Considerando um cenário conservador de extração de duas a três árvores por hectare, foram derrubadas e inseridas no fluxo comercial entre 38 mil e 57 mil árvores, sem plano de manejo, vistoria ou rastreabilidade de sua procedência”, explica Carlos.

    Ele acrescenta que, quando essa quantidade massiva de madeira chega ao mercado sem garantia de origem, todo o setor florestal é prejudicado. “[Isso enfraquece] os esforços de transparência e os investimentos de quem opera de forma regularizada no estado.”

    Terras indígenas

    O levantamento indicou que as terras indígenas do estado concentram apenas 2% de toda a atividade sem autorização detectada. De acordo com os especialistas do Imazon, o resultado reforça a importância desses territórios como barreiras à expansão de crimes ambientais.

    Foram 424 hectares de extração de madeira ilegal entre agosto de 2024 e julho de 2025 nas terras indígenas. Segundo a Rede Simex, esse é o segundo menor volume da série histórica, ficando atrás apenas do calendário de agosto de 2019 a julho de 2020, quando foram identificados 158 hectares.

    “A redução da extensão afetada não significa que o problema esteja resolvido. A ocorrência de exploração ilegal em uma área protegida é extremamente sensível e exige atenção urgente”, alertou Camila.

    Os dados mostram que a ilegalidade identificada no período ficou concentrada em um único local: a Terra Indígena Amanayé. Segundo a pesquisadora, esta é a quinta vez consecutiva em que a TI aparece nos boletins da Rede Simex, o que evidencia a continuidade das invasões na região.

    Ela ressalta que, além dos danos ambientais, essa exploração representa violações aos direitos dos povos originários. “Expõe as comunidades a conflitos, ameaças e restrições ao direito de circular livremente em sua própria terra, com possíveis impactos sobre a saúde e os modos de vida tradicionais.”

    Fonte: Agência Brasil (Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Entidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6×1

    Entidades da indústria e do comércio recorrem ao STF contra fim da 6×1

    A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ingressaram nesta quarta-feira (4) com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender o fim da escala de trabalho 6×1.

    Na ação, a CNI alega que a Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada no mês passado pelo Congresso Nacional, fere a segurança jurídica, a livre iniciativa econômica e a autonomia coletiva trabalhista.

    A confederação também sustenta que o fim da escala vai impactar nos acordos trabalhistas ainda vigentes e acordados entre empresas e trabalhadores.

    “As convenções e acordos coletivos de trabalho vigentes devem manter plenos efeitos até o término regular de seus prazos de vigência ou até que sobrevenha nova pactuação coletiva autônoma”, afirma a CNI.

    Sobre os impactos financeiros, a CNI afirmou que a redução da jornada de trabalho, somada com a ampliação do repouso semanal sem redução de salário, vai aumentar o custo do trabalho formal da indústria em 11,1%, percentual equivalente a R$ 88 bilhões.

    A confederação citou que diversos setores da indústria funcionam de forma ininterrupta e sempre dependeram de negociações coletivas para definição do regime de folgas. “A viabilidade dessas plantas fabris sempre dependeu tanto da negociação coletiva de regimes compensatórios com ciclos plurimensais ou anuais quanto da previsão legal de regimes diferenciados de trabalho e repouso cumulativo”, completou a entidade.

    Já a CNC informou que pretende adiar o início da redução das horas de trabalho para outubro de 2027. A nova jornada deve entra em vigor em 15 de dezembro deste ano.

    Fim da escala 6×1

    Em uma decisão histórica, o Senado Federal aprovou no mês passado o fim da escala 6×1 de trabalho. Com isso, o trabalhador passa a ter dois dias por semana de descanso remunerado, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial. Além disso, a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais terá uma regra de transição de 14 meses.

    A medida foi aprovada, na ocasião, com votos da base governista e da oposição. O texto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

    O fim da escala foi celebrado por entidades representativas dos trabalhadores. Para a categoria, a nova jornada permitirá ao trabalhador ter maior contato com a família e poder se dedicar a outras atividades e estudo.

    Uma pesquisa realizada em fevereiro deste ano pela Nexus mostrou que 73% dos brasileiros apoiam o fim da escala 6×1.

    O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou que o decreto que regulamentará o fim da escala deve sair na próxima segunda-feira (9). O texto estabelecerá diretrizes para a organização das jornadas e garantir pelo menos oito folgas por mês aos trabalhadores. Segundo Marinho, o decreto terá como objetivo coordenar a adoção das diferentes escalas de trabalho nos setores econômicos, sem comprometer os direitos dos empregados nem o funcionamento das empresas.

    Fonte: Agência Brasil (André Richter – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do Copom

    Dólar cai a R$ 5,45 após eleições nos EUA e antes do Copom

    O dólar fechou em queda nesta quarta-feira (4), acompanhando o enfraquecimento da moeda estadunidense no exterior após a vitória dos democratas nas eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. A bolsa avançou mais de 1%, recuperou os 167 mil pontos e interrompeu uma sequência de seis baixas consecutivas.

    Os investidores também acompanharam a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic. O mercado fechou antes do anúncio da manutenção dos juros básicos da economia em 13,75% ao ano.

    Principais números

    • Dólar à vista: R$ 5,451 (-0,64%);
    • Ibovespa: 167.563,47 pontos (+1,23%);
    • Dólar global (índice DXY): 101,520 pontos (-0,2%);
    • Petróleo Brent: US$ 94,62 por barril (-8,67%).

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    Câmbio

    A moeda estadunidense encerrou o dia em baixa frente ao real, depois de três pregões consecutivos de alta. O movimento foi influenciado pelo resultado das eleições legislativas nos Estados Unidos, em que os democratas conquistaram maioria no Senado e na Câmara dos Deputados.

    O resultado reduziu a percepção de risco de mudanças bruscas na política econômica estadunidense e contribuiu para o enfraquecimento do dólar globalmente. A queda dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos também favoreceu moedas de países emergentes.

    No Brasil, contudo, os ganhos do real foram limitados pela cautela dos investidores diante das incertezas fiscais e da expectativa sobre a condução da política econômica no próximo governo. A decisão do Copom sobre a taxa básica de juros também esteve no radar.

    O dólar chegou a R$ 5,498 na máxima da sessão, por volta das 13h30, mas se firmou em terreno negativo ao longo da tarde.

    Ibovespa interrompe perdas

    O Ibovespa subiu 1,23%, aos 167.563,47 pontos, após seis pregões consecutivos de queda. Na máxima do dia, pouco antes das 14h, o índice chegou a 167.986,37 pontos.

    O desempenho acompanhou o ambiente mais favorável aos ativos de risco no exterior, impulsionado pela vitória dos democratas nos Estados Unidos. A melhora no cenário global favoreceu ações de bancos, da Vale e de outras empresas sensíveis aos juros.

    Na contramão, os papéis da Petrobras, os mais negociados na bolsa, recuaram significativamente, acompanhando a queda do petróleo no mercado internacional. O Brent para janeiro caiu 8,67%, a US$ 94,62 por barril.

    O pregão brasileiro terminou antes da divulgação da decisão do Copom, que era aguardada pelos investidores. A expectativa de parte do mercado era pela manutenção da Taxa Selic em 13,75% ao ano.

    * com informações da Reuters

    Fonte: Agência Brasil (Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Orlando Luz e Rafael Matos arrematam vaga histórica no ATP Finals

    Orlando Luz e Rafael Matos arrematam vaga histórica no ATP Finals

    Os tenistas gaúchos Orlando Luz e Rafael Matos garantiram presença no ATP Finals após um hiato de 43 anos sem duplas 100% brasileiras na competição. Eles arremataram a vaga nesta quarta-feira (4) após vitória na estreia do Masters 1000 de Paris (França) contra o argentino Mariano Navone e o chileno Alejandro Tabilo, por 2 sets a 0, com parciais de 6/4 e 6/3.

    O ATP Finals reunirá as oito melhores duplas da temporada a partir do dia 15 de novembro, em Turim (Itália). Antes, a partir de domingo (8), o Brasil também terá representante no WTA Finals. A paulista Luisa Stefani jogará em parceira com a canadense Gabriela Dabrowski. Elas lideram a lista das oito melhores duplas femininas de 2026.

    Com a vitória na primeira rodada em Paris, Luz e Matos avançaram às oitavas de final e, consequentemente, subiram sua pontuação no ranking de 2026. Aos alcançar 3.997 pontos, eles ultrapassarram duas duplas concorrentes, eliminadas no Masters de Paris: a parceira do argentino Guido Andreozzi com o francês Manuel Guinard (3.865 pontos) e a dupla dos britânicos Julian Cash e Lloyd Glasspool (3.820).

    A última parceira 100% Amarelinha no ATP Finals foi a de Cássio Motta com Carlos Alberto Kirmayr, em 1983, quando o torneio era eliminatório. Na ocasião eles caíram no jogo de estreia. Atualmente, a disputa do ATP Finals ocorre no formato de grupos.

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    Luz e Matos voltam a competir no Master de Paris nesta quinta (5), a partir das 7h (horário de Brasília). Eles terão pela frente os austríacos Lucas Miedler e Neil Oberleitner.

    Este ano, os gaúcho faturaram os títulos dos ATPs 250 de Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile), os Masters 1000 de Montreal (Canadá) e Cincinnati (Estados Unidos) e o Challenger de Braunschweig (Alemanha).


    Líder da temporada, a dupla de Stefani e Dabrowski terá pela frente na estreia do Grupo 1 a parceria da chinesa Guo Hanyu e a francesa Kristina Mladenovic, algoz na final de Wimbledon (Inglaterra) – Fotojump/SP Open/Direitos Reservados

    Stefani conhece dupla adversária

    Atual líder da temporada, a parceria Stefani e Dabrowski está no grupo 1 do WTA Finals na primeira fase. Logo na estreia, elas ficarão frente a frente com a quarta melhor dupla de 2026, formada pela chinesa Guo Hanyu e a francesa Kristina Mladenovice. Foram elas que eliminaram Stefani e Dabrowski na final do Torneio de Wimbledon (Inglaterra).

    No segundo jogo da parceira Brasil-Canadá encara a letã Jelena Ostapenko e a taiwanesa Hsieh Su-wei (6ª melhor dupla do ano) e o último duelo será contra a belga Elise Mertens e a chinesa Zhang Shuai (8ª).

    As duas melhores duplas ao fim da primeira fase avançam às semifinais.

    No ano passado, Stefani foi vice-campeã do WTA Finals com a antiga parceira, a húngara Time Babos.

    Fonte: Agência Brasil (Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao ano

    Setor produtivo critica manutenção da Selic em 13,75% ao ano

    A manutenção da taxa básica de juros (Selic) em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central foi alvo de críticas do setor produtivo. Entidades da indústria e do comércio apontam prejuízos à atividade econômica, ao crédito, aos investimentos e ao orçamento público. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) também criticou a decisão.

    CNI cobra redução

    Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) classificou a decisão como equivocada e excessivamente conservadora. Para a entidade, a manutenção dos juros elevados encarece o crédito, prejudica empresas e famílias e desacelera a economia.

    O presidente da confederação, Ricardo Alban, defendeu a retomada dos cortes na próxima reunião do Copom, prevista para dezembro.

    “É possível continuar diminuindo os juros em ritmo compatível com a convergência da inflação para a meta, sem impor à economia um custo maior do que o necessário para assegurar a estabilidade dos preços”, afirmou.

    A entidade também destacou o aumento do endividamento das famílias e a pressão sobre os custos de financiamento das empresas.

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    Apas aponta impacto

    O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados (Apas), Felipe Queiroz, afirmou que os juros elevados prejudicam comércio, serviços e indústria, além de limitar o consumo e os investimentos.

    “Está na hora de o Banco Central adotar uma política monetária que tanto controle a inflação quanto não prejudique o ritmo de atividade econômica”, declarou.

    Queiroz acrescentou que a taxa de juros é um impedimento ao crescimento econômico e citou a expectativa de expansão inferior a 2% neste ano.

    Centrais criticam decisão

    A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) criticaram a manutenção da Selic. Para a presidenta da Contraf-CUT e vice-presidente da CUT, Juvandia Moreira, a política monetária amplia o endividamento e compromete recursos públicos.

    “Quanto mais alta a Selic, maior também será a dívida do Estado, com menos recursos sobrando para o que importa, como saúde, educação e segurança”, afirmou.

    A Força Sindical, por sua vez, classificou a decisão como “irracional, nefasta e desastrosa”. O presidente da entidade, Miguel Torres, afirmou que os juros altos restringem o crédito, a produção e a geração de empregos.

    Lindbergh acusa mercado

    O deputado federal Lindbergh Farias atribuiu a manutenção dos juros à pressão do mercado financeiro após a eleição presidencial.

    “É inadmissível que, depois da derrota de seu candidato, a Faria Lima passe a torcer contra o Brasil e use os juros como instrumento de pressão sobre o governo eleito”, afirmou o parlamentar em postagem nas redes sociais.

    Para o deputado, a decisão do Copom encarece o crédito e sufoca a produção. Lindbergh também cobrou explicações do Banco Central sobre a interrupção do ciclo de cortes e defendeu investimentos em indústria, ciência e infraestrutura.

    Fonte: Agência Brasil (Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Sete brasileiros são eleitos para assembleias estaduais nos EUA 

    Sete brasileiros são eleitos para assembleias estaduais nos EUA 

    Sete candidatos nascidos no Brasil foram eleitos nas eleições dos Estados Unidos nesta terça-feira (3), todos do Partido Democrata.

    Os brasileiros venceram a corrida para deputados nas assembleias locais de quatro estados norte-americanos.

    Os Estados Unidos concentram a maior comunidade brasileira no exterior. Estimativas do Itamaraty apontam que são mais de 2 milhões de brasileiros vivendo no país.

    Confira os deputados eleitos:

    Massachusetts:

    • Danilo Senna
    • Lorena Betts
    • Priscila Sousa
    • Rita Mendes

    Florida:

    • Felipe Souza Lazaballet

    Nevada:

    • Elaine Marzola

    Connecticut:

    • Farley Santos

    *Com informações da TV Brasil

    Fonte: Agência Brasil (Agência Brasil*). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.

  • Tornados e temporais atingem Santa Catarina e Rio Grande do Sul

    Tornados e temporais atingem Santa Catarina e Rio Grande do Sul

    A Defesa Civil de Santa Catarina confirmou a ocorrência de tornados na manhã desta quarta-feira (4) em Chapecó e em Xanxerê, no oeste do estado. Desde domingo (1º), a chuva intensa, o vento e o granizo atingiram 86 municípios catarinenses, afetando 4.441 casas.

    Treze municípios decretaram situação de emergência e há 34 desabrigados e 24 desalojados no estado.

    Os danos estão concentrados na região de Chapecó, onde os ventos causaram destelhamentos. O aeroporto local também foi atingido, afetando os hangares e o saguão principal. Na cidade de Fraiburgo há registro de inundações.

    Em Rio do Sul, os bombeiros resgataram 30 pessoas, entre crianças e adultos, que estavam ilhadas em uma escola. Em Lages, na região da Serra Catarinense, 76 pessoas foram resgatadas após enchentes. A maior ocorrência foi no centro, onde 60 pessoas foram retiradas de uma escola.

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    Segundo o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), mais de 200 bombeiros trabalham em respostas aos eventos climáticos. No começo da tarde eram 45 ocorrências registradas, sem notícia de vítimas fatais.

    De acordo com a Defesa Civil catarinense, em Chapecó, o tornado foi identificado pela análise conjunta de diferentes produtos do radar meteorológico.

    “Os dados mostraram circulação rotativa dos ventos no interior de tempestades intensas, o que reforça a confirmação do fenômeno”, informa.

    A estação meteorológica da Secretaria de Estado da Proteção e Defesa Civil no município registrou rajadas de vento de 93 km/h, enquanto uma estação do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) em outro ponto da cidade registrou rajadas de 126 km/h.

    Em Xanxerê, o radar identificou características típicas de tornado, com ventos de 80 km/h,

    Rio Grande do Sul

    Granizo e tempestades atingiram regiões norte e central no Rio Grande do Sul

    A Defesa Civil gaúcha contabiliza 102 cidades afetadas pelas chuvas desde domingo. Um total de 6.373 casas foram danificadas, das quais 2079 destelhadas, e há 234 pessoas desalojadas e 93 desabrigadas.

    Predominaram granizo, vendavais, chuvas intensas, enxurradas e raios. Vinte e quatro pessoas foram feridas e cerca de 47 mil foram afetadas.

    O município mais afetado foi Espumoso, onde 600 casas foram danificadas e duas pessoas ficaram feridas. Em Nova Prata, os ventos danificaram 2,7 mil casas e deixaram quinze feridos.

    Em Passa Sete, onde um vendaval afetou 4.132 pessoas, destelhando 32 casas e afetando árvores e fornecimento de energia. Em Passo Fundo, a queda de granizo afetou 1.360 pessoas. Houve danos materiais em 335 casas, uma das quais destruída e 29 vias locais foram obstruídas.

    As cidades de Água Santa e Áurea registraram, cada uma, mais de 50 casas destelhadas.

    Paraná e São Paulo

    A partir de quinta-feira, a instabilidade se desloca para o Paraná e São Paulo, afetando a região até sábado. Há possibilidade de rajadas de vento de até 80km/h, descargas elétricas e queda de granizo em pontos isolados.

    Segundo a Defesa Civil paulista, as instabilidades poderão ocorrer de forma irregular, com períodos de melhoria temporária intercalados por episódios de chuva intensa em um curto intervalo de tempo. As chuvas mais intensas são esperadas para os períodos da tarde e noite.

    Fonte: Agência Brasil (Guilherme Jeronymo – Repórter da Agência Brasil). Notícia reproduzida com crédito, conforme as regras da agência.